ARREBATAMENTO

1CORÍNTIO 15: 1-58

ARREBATAMENTO

 

 14:06 24/06/2018
 
  Temática
 
    Arrebatamento /  5 Parte
 
    1 CORÍNTIOS 15: 1-58 (Textos)
 

           

 
                                                           RESUMO
 
 
     Nesta quinta parte do Estudo Bíblico é detalhado o momento do arrebatamento com rigosa observação dos textos.
No momento do Arrebatamento o Apostolo Paulo de Tarses, recebi orientação do Espirito Santo a respeito do Arrebatamento e, seus mistérios.
No capítulo 15 Sengundo Paulo á 4 (quatro) itens do Apostolo Paulo revelado e o fato da ressurreição de Cristo. O mesmo aplica a humildade no serviço,
a importância da ressurreição de Cristo, a certeza da ressurreição de Cristo e de todos os homens, o tempo – ordem das ressurreições, a inconssistência dos
críticos que se batizam pelos mortos não crendo na ressureeição Exortação para os justos diante da ressurreição, o método da ressurreição é ilustrado, a
natureza dos corpos ressurretos, Necessidade de uma ressurreição, tempo e forma da ressurreição, a vitorial final: o motivo para o serviço cristão.
 
 
 
                                                       INTRODUÇÃO
 
 
A motivação da construção do assunto é Fundamental para despertamento da seriedade com Deus. O tempo atual mostra o cumprimento dos presságios proféticos dos profetas e profetisas do Senhor. É evidente o retorno de Cristo com propósito de Tomar a Igreja Lavada e remida no Sangue do Cordeiro. Caro Leitor, a programação deste estudo proporciona mais conhecimento sobre o Arrebatamento. Leva a um patamar de intimidade com Deus ao depreender a respeito do amor autêntico do Senhor para com a humanidade. Lembrando que a ideia do estudo é sobre a ressurreição na hora do Arrebatamento.
O Cristo disse em JOÃO CAPÍTULO 14: 3 que era necessária ascender aos céus e, depois, Retornaria para apanhar os seus Fiés. Cristo é o mesmo hoje, ontem e sempiterno. Se Ele disse: Vai Cumprir!
 
 
 
                                                     RESSURREIÇÃO                      
 
 
 
De acordo com o Termo Ressurreição no dicionário é ressurreto, ressurgir correto, ressussitar integro, reaparecer purificado.
A ressurreição dos mortos, como é compreendida nas Sagradas Escrituras, deve-se distinguir da ressuscitação, ou restabelecimento da ordinária vida humana. A ressuscitação é a restauração da vida que se deixou. Ressurreição é a entrada num novo estado de existência. Há três narrativas de ressuscitação no A.T., e cinco no N.T.: a restauração do filho da viúva de Sarepta por meio de Elias (1 Rs 17.17 a 23) – a restauração do filho da Sunamita pela obra de Eliseu (2 Rs 4.18 a 36) – o recobramento da vida, que teve o homem lançado no sepulcro de Eliseu (2 Rs 13.20,21) – Jesus ressuscitou a filha de Jairo (Mc 5.35 a 42 – Lc 8.49 a 56) – e o filho da viúva de Naim (Lc 7.11 a 15) – e a Lázaro (Jo 11.1 a 44) – e narram-se dois casos nos Atos – o de Tabita (9.36,42) – e o de Êutico (20.9 a 12). São poucos, no A.T., os indícios de uma crença na ressurreição (Jó 14.13 a 15 – Sl 49.15 – 73.24 – is 26.14,19 – Dn 12.2) – diz-se que não era para os inimigos de Deus (Sl 49.14 – cp. com is 26.14) – mas essa esperança era aplicada simbolicamente à nação (Ez 37.1 a 14 – os 6.2). A crença foi aumentando na igreja Judaica, e cada vez se torna mais distinta à medida que nos aproximamos do tempo de Jesus Cristo. No tempo do nosso Salvador era uma doutrina consideravelmente admitida a ressurreição geral, embora os saduceus, aceitando o ponto de vista do Eclesiástico, a negassem. Deste modo Marta, quando Jesus lhe assegurou que seu irmão havia de ressurgir, respondeu: ‘Eu sei que ele há de ressurgir na ressurreição, no último dia’ (Jo 11.23,24 – cp. com At 24.15). Quando Jesus tratou da ressurreição dos mortos, Ele não declarou na verdade que essa doutrina estava reconhecida pela Lei, ou pelos profetas, mas fez ver que se subentendia nas palavras que Deus dirigiu a Moisés na sarça ardente, acrescentando: ‘ora, ele não é Deus de mortos, e, sim, de vivos’ (Mc 12.27). Em verdade, Jesus claramente ensinou uma ressurreição geral dos justos e dos injustos (Mt 22.23 a33 – Mc12.18 a 27 -Lc20.27 a38 – Jo 5.28). Jesus Cristo associou de um modo definitivo a volta à vida com a Sua própria obra de expiação pelo Seu povo (Jo 6.39,44,54 – 11.25,26 – 14.19). Era esta, também, a doutrina apostólica (At 4.2 – Rm 6.5,8 – 1 Co 15.20 a 22 – 1 Pe 1.3,4). Mas em Rm 8.11 achamos:’ [Deus }… vivificará os vossos corpos mortais, por meio do seu Espírito que em vós habita.’ A ressurreição é, de um modo geral, no N.T. atribuída a Deus, ao Pai, ou ao Filho (Jo 5.21 – 6.39 – 11.25 – 2 Co 4.14), mas não ao Espirito Santo somente. (Em 1 Pe 3.18 deve entender-se que Cristo morreu no corpo, mas foi trazido a uma nova vida pelo Seu espírito.) Com respeito à ressurreição do corpo, o argumento de S. Paulo em 1 Co 15.35 a 53 mostra (a) que é real – (b) que esse corpo é, em qualidade e poder, muito mais sublimado do que o terrestre – (c) e que de algum modo é o resultado deste. Paulo expoe a antiga Grecia em Coríntios a cidade que tinha uma denominação em honra a Deus, necessitava de respostas para as dúvidas que os mesmos tinham sobre diversos temas.
 
 
                                                       COMO SERA?
 
                 “Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados;
Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade. E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória. Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória? Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.
Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo”.  
(1 CORÍNTIOS, 15:23, 51-57)
                  
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                                                 TEMPO E FORMA DA RESSURREIÇÃO
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  “Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor”.
(1 TESSALONICENSES, 4:13-17)
  O átomo é partícula fundamental da matéria. O nome átomo foi dado pelo filósofo grego Demócrito, que viveu entre 546 e 460 a.C.. Ele acreditava que todos os materiais possuiriam uma menor parte, que seria indivisível (a = não; tomos = divisões). O cientista inglês John Dalton, retomou as ideias de Demócrito 23 séculos depois, em 1808. A partir de experimentações, tirou algumas conclusões: Toda matéria é formada por diminutas partículas, os átomos. Existe um número finito de átomos na natureza. A combinação entre átomos iguais ou diferentes origina os materiais. Uma das primeiras ocorrências da palavra “átomo” com significado da menor unidade possível de medir o tempo é encontrada no texto em grego do Novo Testamento em I Coríntios 15:52. O texto compara o período de tempo do “átomo” com o tempo necessário para “o brilho de um olho”. O texto afirma: “en atomo, en repete ophthamou” – a palavra “átomo” geralmente é traduzida como “um momento”, “em um momento” ou “em um piscar de olhos”. Com esse significado, mais tarde foi referido nos escritos filosóficos medievais como a menor divisão de tempo possível. A primeira ocorrência conhecida da palavra em inglês é no Enchiridion de Byrhtferth (um texto científico) de 1010-1012, onde foi definido como 1/564 de um momentum (1½ minutos), e portanto, igual a 15/94 de um segundo.
______0,159574468 segundos_____
Acontecerá ao som da última das trombetas que soarão no momento.
Ao som da primeira trombeta, os mortos ressuscitarão para a imortalidade. Ao som da segunda trombeta, os vivos serão transformados para a imortalidade e alcançarão os mortos para se encontrarem com o Senhor Nos ares.


 
                                                          RESENHA
                                                                                                  
 
 Então, todas as informações extraidas da bíblia fornece uma crença a qual creio sem sombra de dúvida que exatamente ocorrerá o Arrebatamento, pois no momento aconterá a Ressurreição dos Fiés de Cristo. Mas, notem que o Apostolo Paulo descreveu em Coríntios sob tres formas para apalpar ou triunfar no momento do Evento. Paulo aplicou ordenanças aos seguidores de Cristo, primeiro do grego a palavra hedraios ‘ Estai firmados, e firmes na verdade da ressurreição e da vitória de Cristo’, segundo do grego a palavra ametakinetos ‘Constantes’ que nada abale sua fé, terceiro os textos confirmam que sempre abundai na obra do Senhor, sabendo que serão recompesados por Deus.
 
 
                                                    REFERÊNCIAS


. Bíblia de Estudo, DAKE, ed.1995, pg.1844-1847, Ver. Atualizada e Corrigida
. Pastor: ALVES, WELLINGTON
. Organizador: Wellinhgton Alves
. Tempo: 03:00 de Pesquisa
. Data  24/06/2018 (DOMINGO)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

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Orador Wellington Alves
Arrebatamento /  5 Parte 'RESSURREIÇÃO' 1

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