Juízo Final

A SEGUNDA RESSURREIÇÃO E O JUÍZO FINAL: OS ÍMPIOS SÃO MORTOS E OS ANJOS CAÍDOS SÃO JULGADOS. TODOS OS ANJOS ÍNIQUOS, DEMÔNIOS E HOMENS SÃO LANÇADOS NO LAGO DE FOGO PARA SEMPRE APOCALIPSE 20:11

Juízo Final
Imagem meramente ilustrativa
 
RESUMO

         Leitor mui estimado sua presença é preciosa e, fundamental para concluir essa maratona de assuntos futuros. “Escatologia” de maneira resumida, exponho a explicação a você sobre “ASSUNTOS FUTUROS”.

Escatologia é doutrina das coisas que devem acontecer no fim do mundo de acordo com a teologia. Escatologia é doutrina das coisas que devem acontecer no fim do mundo de acordo com a teologia.

        A teologia abrange o ensinamento que trata do destino final do homem e do mundo; pode apresentar-se em discurso profético ou em contexto apocalíptico. Assim, o final da história da humanidade é o instante em que o homem, constituído para ser o mordomo sobre a criação na Terra, terá de prestar contas para o seu criador.

INTRODUÇÃO

      O juízo Final “FINAL JUDGMENT”. De acordo com a Bíblia o assunto é descrito desde do Antigo Testamento sob aviso a humanidade do risco iminente. Moisés, Daniel, Ezequiel, Jesus, Paulo, Pedro, Lucas, João o “Apostolo do Amor”…

          Proferem o presságio de Deus aos Homens e Mulheres e, até a nossa era se confirma as profecias de formar peculiar.

    Com extenso estudo da Palavra de Deus, a respeito do evento do arrebatamento, Tribunal de Cristo, Bodas do Cordeiro, Grande Tribulação, Prisão de Satanás, Milênio de Cristo, Soltura de Satanás, Armageddon. Agora conheceremos um pouco do assunto referente ao Juízo Final.

DESENVOLVIMENTO

     Destaco acontecimentos Históricos segundo a Bíblia, de acordo com “Gêneses” ocorre o primeiro Julgamento, a morte “FÍSICA” é o instante processo de julgamento de cada ser humano. Com a morte física, temos o que, na atualidade, denominaríamos de “JUÍZO PRELIMINAR” ou “JUÍZO PROVISÓRIO”.

  Com a morte física, temos o que, na atualidade, denominaríamos de “JUÍZO PRELIMINAR” ou “JUÍZO PROVISÓRIO”.

      Neste julgamento, é decidido onde o indivíduo aguardará o julgamento definitivo, que se dará em momentos diferentes, conforme as percepções feitas pelo homem durante sua vida. Dois são os locais onde os homens, atualmente, aguardam o julgamento: o Paraíso e o Hades.

O Paraíso e o Hades.

 

   É oportuno observar que, enquanto os homens já mortos não são submetidos a julgamento, mantêm-se plenamente conscientes, de acordo com os ensinamentos de Jesus na história do rico e Lázaro (Lc.16:19-31) ou a próprio carta do Apocalipse, ao falar das mártires na Grande Tribulação (Ap.6:9-11).

            O primeiro julgamento definitivo que ocorrerá será o julgamento da Igreja (TRIBUNAL DE CRISTO), daqueles que creram em Jesus e Lhe foram fiéis até o fim, pois, conforme Pedro, o julgamento começa pela casa de Deus (I Pe.4:17).

         O “segundo julgamento” é o julgamento de Israel, o povo escolhido de Deus. A Grande Tribulação, será o instante em que Deus tratará com a nação de Israel e, ao término da Grande Tribulação, Deus terá provado este povo e só o remanescente será salvo.

          O julgamento de Israel e das nações se dará ao final da Grande Tribulação. Quem aceitar a Cristo e rejeitar a besta alcançará a salvação em Israel. É o remanescente que será salvo (Rm.9:27), porque se arrependerão de seus pecados e aclamarão a Jesus como o Messias (Zc.12:10).

    Os que, entretanto, se deixaram levar pelas promessas do Anticristo e cerraram fileiras ao lado dele, estarão irremediavelmente perdidos.

       Os mortos que morreram pela causa de Cristo durante a Grande Tribulação ressuscitarão e reinarão com Cristo durante o milênio, juntamente com a Igreja, após terem sido julgados pelas suas obras, no juízo que se estabelecerá logo após a batalha do Armageddon, o chamado “julgamento das nações” (Ap.20:4).

     Este julgamento terá como finalidade apartar os bodes das ovelhas, ou seja, decidir quem passará com Cristo o reino Milênio e quem não passará o milênio, ficando a aguardar o julgamento final e definitivo.

   Neste julgamento, serão ressuscitados apenas aqueles que desfrutarão o milênio com Cristo, os bem-aventurados que completam o número daqueles que tomam parte da primeira ressurreição (Ap.20:6).

   Os demais indivíduos, com exceção do Anticristo e do Falso Profeta, que já terão sido lançados vivos no lago de fogo e de enxofre, que será inaugurado naquela oportunidade (Ap.19:20), aguardarão o julgamento que ocorrerá somente ao término do Milênio.

   O terceiro e último julgamento previsto para a história da humanidade é o chamado “JULGAMENTO FINAL” ou “JUÍZO FINAL” ou, ainda, o “JUÍZO DO TRONO BRANCO”, que terá lugar depois do término do reino Milênio de Cristo, em seguida ao juízo que porá fim a esta dispensação.

    Logo após os rebeldes serem devorados pelo fogo do céu que cairá sobre os exércitos que estarão a cercar o lugar santo em Israel (Ap.20:7-10), terá findado a história humana.

   O tempo deixará de existir (Ap.20:11) e Deus chamará à Sua presença todos os seres humanos que foram criados e que ainda não tinham sido julgados até então, ou seja, todos os homens que não pertencem nem à Igreja, nem ao Israel salvo nem ao grupo dos mártires da Grande Tribulação, que já terão sido julgados. Estes outros homens são os que serão levados a julgamento neste último grande tribunal da história.

    Estes outros homens são os que serão levados a julgamento neste último grande tribunal da história.

OBJETIVOS DO JULGAMENTO FINAL

 

       Com o devorar dos últimos rebeldes com fogo descido do céu e a execução da sentença lançada sobre o diabo quando de sua rebelião contra Deus, As Escrituras afirmam que a terra e o céu fugirão da presença do Senhor (Ap.20:11), ou seja, chega-se ao clímax, ao término da existência do Universo relativo, da criação que o Senhor havia feito e posto sob o domínio do ser humano.

       Quando chega-se ao clímax, ao término da existência do Universo relativo, da criação que o Senhor havia feito e posto sob o domínio do ser humano.

          Assim, deixando de ter razão de ser a existência de todas as coisas que haviam sido criadas em Função do homem, é chegado o instante de todos os seres humanos que já existiram e que ainda não foram julgados serem levados à presença do Criador, a fim de que prestem contas da mordomia de que foram investidos.

         Sem que isto ocorra, não é possível que sejam criados novos céus e nova terra, pois, nosso Deus não é injusto nem Deus de confusão e a criação de novos céus e terra exigem a resolução de todas as questões morais pendentes na atual criação.

        Uma das finalidades do juízo final, logo, é a de eliminar as pendências ainda existentes e, deste modo, ultimar e concluir a dimensão física hoje presente no Universo relativo.

       Com o julgamento final, Deus, também, mostrará que é o Senhor de todas as coisas.

      Todo julgamento, nos nossos dias, é uma expressão de soberania, ou seja, de domínio e de poder. Toda vez que alguém é julgado por um tribunal, este tribunal está dizendo que o governo ou a Organização a que ele pertence tem poder, tem supremacia, é superior a quem está sendo julgado, que, assim, lhe deve obediência.

    Toda vez que alguém é julgado por um tribunal, este tribunal está dizendo que o governo ou a Organização a que ele pertence tem poder, tem supremacia, é superior a quem está sendo julgado, que, assim, lhe deve obediência.

COMO SE DARÁ O JULGAMENTO FINAL

      Lançado o diabo no lago de fogo e de enxofre, cessará o tempo histórico e será instalado o grande tribunal, a ser presidido por nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o Filho do homem que se apresenta ao ancião de dias na visão do profeta Daniel (Dn.7:13).

      Instalado o tribunal, ante o grande trono branco, onde estará assentado, Aquele que julgará os vivos e os mortos, ou seja, Jesus Cristo, serão chamados os réus, que são todos os homens e mulheres que ainda não tiverem sido julgados.

    Aqueles que não tomaram parte na primeira ressurreição e os que não foram submetidos ao julgamento das nações antes do início do Milênio (os que ficaram vivos no início do Milênio, sobreviventes da Grande Tribulação).

      Neste instante da chamada dos acusados, haverá a ressurreição geral dos mortos, ou seja, a chamada “ressurreição do último dia”, mencionada por Marta quando abordada por Jesus no dia da ressurreição de Lázaro em Betânia e que é a ressurreição que é sempre mencionada nos rituais católicos romanos.

     Esta ressurreição será uma ressurreição em carne, ou seja, Deus promoverá a reunião da matéria e restabelecerá os corpos daqueles que, durante toda a história da humanidade, viveram sobre a face da Terra.

     Esta é uma das provas bíblicas de que ressurreição não se confunde com reencarnação, pois se Deus irá retomar toda a matéria de que foram criados os homens que viveram durante toda a história da humanidade dos locais em que eles morreram (Ap.20:13).

  Isto é uma demonstração de que se morre apenas uma vez sobre a face da Terra (HEBREUS, 9:27), ao contrário do que afirmam os “reencarnacionistas”.

     Assim, terminado o julgamento, segue-se à imediata execução dos julgados, com o lançamento no lago de fogo de enxofre dos condenados (Ap.20:15). Além dos condenados, a Bíblia também diz que, no lago de fogo, serão lançados tanto a morte quanto o Hades (Ap.20:14).

RESENHA

     Deus terá, então, cumprido plenamente o Seu plano para o homem neste Universo relativo, pendência alguma terá ficado e, assim, poderá instituir os novos céus e nova terra onde habitam a justiça e trazer, para eles, a cidade já há muito preparada para conviver eternamente com a sua criação: a Jerusalém celestial.

      É importante ressaltar, aqui, que Deus tem várias formas de revelação, mas que todo e qualquer ser humano terá tido a oportunidade clara de conhecer a Deus e à Sua vontade.

     Escrevendo aos Romanos, Paulo é bem categórico ao dizer que nenhum homem poderá se desculpar diante de Deus, dizendo não ter podido perceber a revelação do Senhor.

    A própria natureza, diz o apóstolo, é uma manifestação divina para que os homens fiquem inescusáveis, isto é, sem desculpa (Rm.1:18-20).

A combinação das normas a serem utilizadas no julgamento (consciência, responsabilidade, formas de revelação divina) bem como os fatos registrados, ou seja, os atos praticados devidamente registrados, não deixam qualquer margem para que se tenha qualquer injustiça.

REFERÊNCIAS

Bíblia de Estudo, DAKE, Ed.1995. Revista Atualizada e Corrigida. P.2041; 1663; 2023; 1987; 1811; 1500; 2040; 1397; 1958; 1798. ALMEIDA.

Dicionário e estudos bíblicos / CLAUDEMIR PEDROSO DA SILVA São Paulo: PAE Editora, 2010. P. 272 “JULGAMENTO” (JUÍZO).
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